Se fosse uma cena de cinema, não me pararia no tempo.
Se fosse um casaco bem quente, me esquentaria no inverno.
Se não fosse um talento, não me deixaria tão atento.
Ao sorriso seu.
E eu, que nunca digo nunca.
Que sempre vou em frente.
Na caçapa da sinuca.
Na sua nuca, um beijo meu.
Um espaço que não é mais só seu.
Uma tatuagem invisível arrepia o seu cabelo.
E te coloca o cheiro.
Do perfume do tempo.
Se eu pudesse diria que tinha um canto tão seu.
No peito meu.
Mas não deixo de olhar vc passar.
Ou de te perceber antes mesmo de chegar.
Como telepatia, me transmite a alegria de que a vida é bonita.
Mas que como no O Boticário ela pode ser linda.
E o sabonete que limpa minha pele é o beijo seu.
E minha alma reluz, uma luz que me conduz ao encontro de Deus.
Nos braços teus.
Não me negue os seus prazeres.
Nem me rejeite os seus dizeres.
Não me segues se tiver medo de se perder.
No mar. Na liberdade do ar. No vôo de um pássaro.
No canto do espaço, onde a lua parece pequena perto da estrela sua.
Sua alma nua de maldade.
Sua boca cristalina, tão feminina.
Tão de mentira. Que fica dificil de perceber.
Que de um anjo roubou a beleza.
Que seu lugar é o de uma princesa.
Num reino só seu.
Que eu tento invadir.
Pra conquistar o ouro mais belo.
O diamante mais raro.
O Sentimento mais puro.
O brilho maís nítido que vem do seu olhar.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
Menina se quer mesmo saber eu gosto mesmo de você.
Sim é verdade que gosto mesmo de você.
Eu não sei te dizer o porquê.
Sinto falta até de quando me disse que minha cueca azul do bob esponja era broxante!
Que meu sorrizo trazia um ar de felicidade.
Que elogio demais só aumentaria minha vaidade.
Mas não, não era só amizade.
E menina, se quer mesmo saber.
Sim é verdade que gosto mesmo de você.
Eu não sei te dizer porquê.
É uma questão de detalhe.
De um pequeno brinco de concha.
Que te faz livre como o mar.
Como um simples peixe de áquario você me prende no olhar.
E se quer saber eu nunca soube me apaixonar.
Do meu lado vc sempre têm uma história pra contar.
E se quer me ouvir. Sabe apenas escutar.
E eu gosto do seu jeito tão feminina, tão clássica, tão menina, tão mulher.
É sábio e convincente no silêncio profundo.
Que me faz querer pensar e ganhar o mundo.
Do meu jeito. Autêntico e só.
Porque sei que vc me espera com uma jantar a luz de vela.
E a caravela que me leva nas águas da vida.
Passa mais tranquila pelas tribulações.
E eu passo a gostar até mais das minhas ilusões.
E decepções são só passageiras.
Porque do seu lado besteiras não são só besteiras.
E pequenas coisas não são tão passageiras.
Sim, se quer mesmo saber.
É verdade que gosto mesmo de você.
E eu não saberia te dizer o porquê.
Se o meu sangue se juntasse ao seu.
Eu teria tanto orgulho do filho meu.
Porque roubaria de você os traços e a eternidade.
Dessa sabedoria clássica.
Que me conquista sem me deixar pista.
E caminharia do meu lado pro resto da vida.
Eu não sei te dizer o porquê.
Sinto falta até de quando me disse que minha cueca azul do bob esponja era broxante!
Que meu sorrizo trazia um ar de felicidade.
Que elogio demais só aumentaria minha vaidade.
Mas não, não era só amizade.
E menina, se quer mesmo saber.
Sim é verdade que gosto mesmo de você.
Eu não sei te dizer porquê.
É uma questão de detalhe.
De um pequeno brinco de concha.
Que te faz livre como o mar.
Como um simples peixe de áquario você me prende no olhar.
E se quer saber eu nunca soube me apaixonar.
Do meu lado vc sempre têm uma história pra contar.
E se quer me ouvir. Sabe apenas escutar.
E eu gosto do seu jeito tão feminina, tão clássica, tão menina, tão mulher.
É sábio e convincente no silêncio profundo.
Que me faz querer pensar e ganhar o mundo.
Do meu jeito. Autêntico e só.
Porque sei que vc me espera com uma jantar a luz de vela.
E a caravela que me leva nas águas da vida.
Passa mais tranquila pelas tribulações.
E eu passo a gostar até mais das minhas ilusões.
E decepções são só passageiras.
Porque do seu lado besteiras não são só besteiras.
E pequenas coisas não são tão passageiras.
Sim, se quer mesmo saber.
É verdade que gosto mesmo de você.
E eu não saberia te dizer o porquê.
Se o meu sangue se juntasse ao seu.
Eu teria tanto orgulho do filho meu.
Porque roubaria de você os traços e a eternidade.
Dessa sabedoria clássica.
Que me conquista sem me deixar pista.
E caminharia do meu lado pro resto da vida.
sábado, 16 de abril de 2011
O Genro Azarado do Zé da Sorte
Talvez não se fale tanto mais da raridade de um trevo de quatro folhas.
Mas não para o Zé da Sorte.
Ele só pisava em casa com o pé direito.
No seu chaveiro tinha um pé de coelho.
Mas num belo dia, ele esbarrou no rodapé da porta de entrada e pisou à tropeços com o pé esquerdo dentro de casa.
De primeira já viu o sorriso do genro que namorava sua filha caçula.
O Zé da Sorte já se irritou!
Depois sua esposa pediu carinhosamente pra ele enxugar a louça...
O prato escorregou e para o Zé da Sorte, quebrar um prato era como quebrar um espelho sete anos de Azar. O Genro que namorava a filha caçula fez uma piadinha...
O Zé da Sorte se irritou!
Depois ao sentar na sala na hora do Goooollll do Coringão, o seu Genro trocou o Canal da Televisão.
O Zé da Sorte se irritou!
Deu um beijo na mão direita, e repassou o carinho para o mesmo pé esquerdo que entrou em casa e pronto... Há ponta pés o genro da filha caçula do Zé da Sorte saiu correndo da casa!
A Fernandinha, namorada do filho mais velho do Zé da Sorte fez uma pequena brincadeira com a situação...
Eita Genro Azarado esse do Zé da Sorte...
De repente o Zé da Sorte veiooo!
Retornou pra dentro de casa com o Pé Direitooo!
Cara de Bravo!
Facão na Mão!
Olhou pra moça!
E deu um sorrizinho discreto para a nora!
Dessa vez o Zé da Sorte não se irritou.
Que diferença faz pisar em casa com o pe direito!
Mas não para o Zé da Sorte.
Ele só pisava em casa com o pé direito.
No seu chaveiro tinha um pé de coelho.
Mas num belo dia, ele esbarrou no rodapé da porta de entrada e pisou à tropeços com o pé esquerdo dentro de casa.
De primeira já viu o sorriso do genro que namorava sua filha caçula.
O Zé da Sorte já se irritou!
Depois sua esposa pediu carinhosamente pra ele enxugar a louça...
O prato escorregou e para o Zé da Sorte, quebrar um prato era como quebrar um espelho sete anos de Azar. O Genro que namorava a filha caçula fez uma piadinha...
O Zé da Sorte se irritou!
Depois ao sentar na sala na hora do Goooollll do Coringão, o seu Genro trocou o Canal da Televisão.
O Zé da Sorte se irritou!
Deu um beijo na mão direita, e repassou o carinho para o mesmo pé esquerdo que entrou em casa e pronto... Há ponta pés o genro da filha caçula do Zé da Sorte saiu correndo da casa!
A Fernandinha, namorada do filho mais velho do Zé da Sorte fez uma pequena brincadeira com a situação...
Eita Genro Azarado esse do Zé da Sorte...
De repente o Zé da Sorte veiooo!
Retornou pra dentro de casa com o Pé Direitooo!
Cara de Bravo!
Facão na Mão!
Olhou pra moça!
E deu um sorrizinho discreto para a nora!
Dessa vez o Zé da Sorte não se irritou.
Que diferença faz pisar em casa com o pe direito!
Relicário
No final da trapaça mostra o seu sorriso sem graça.
Nem sequer podia acreditar.
Se pensava que ia ser diferente, meio descontente nem decidiu olhar.
Pirraça de efeito contrário, motivo desconsiderado, ele não sabia o que dizer.
Mas uma volta do calendário, e o perdão que não se podia fornecer.
Pense duas vezes antes de fazer.
Era só que ele poderia lembrar antes do erro.
Um pecado mortal, consciencia desigual.
Final de tardes de sol.
Ocasiões, churrascos e futebol não mais importam.
Fora do eixo, a terra dá suas voltas.
E escoltas vão te proteger.
Não tem preço que pague o bem.
Antídoto da maldade.
Traz a paz que é sinonimo de felicidade.
Nem sequer podia acreditar.
Se pensava que ia ser diferente, meio descontente nem decidiu olhar.
Pirraça de efeito contrário, motivo desconsiderado, ele não sabia o que dizer.
Mas uma volta do calendário, e o perdão que não se podia fornecer.
Pense duas vezes antes de fazer.
Era só que ele poderia lembrar antes do erro.
Um pecado mortal, consciencia desigual.
Final de tardes de sol.
Ocasiões, churrascos e futebol não mais importam.
Fora do eixo, a terra dá suas voltas.
E escoltas vão te proteger.
Não tem preço que pague o bem.
Antídoto da maldade.
Traz a paz que é sinonimo de felicidade.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Tenho mais de cinquenta! (Mais um texto retrô)
Eu vim dos anos sessenta!
Tenho mais de cinquenta!
Não me julgues velho não!
No meu cadilac amarelo eu parecia tão belo quanto você.
Ele não era tão veloz, quanto o seu possante carro chamado tempo!
Mas era tão incrivel que não passava invisível.
E os meus trajes eram mais sérios e charmosos.
Minha calça com suspensório, e meu chapéu, minha camisa branca e meu sorriso de mel.
Permitiu que eu levasse essa senhora do seu lado à experimentar um pedaço de céu.
E agora meu neto, você come os sonhos que ela faz.
Já não estão tão recheados de doce de leite e paz.
Mas saiba meu rapaz, que o tempo passa rápido demais.
E os bolinhos de chuva, me lembram aquelas sombrinhas coloridas no preto e branco como nos filmes de Chaplin.
Mas vcs estão com tanta tecnologia que essa magia, não pode se reproduzir numa superprodução. Pois a simplicidade é o segredo, desse senhor que lhes conta um passado sem medo.
No lugar do chicletes tomo meu remédio pra diabetes e não possuo vicios à não ser o de cortar a grama e o deitar na cama, só depois do meu leite quente.
Sem segredo de estado, meu desejo de recordar o passado é simplesmente o de reviver.
Não meu julgues velho por não conhecer o seu viodegame, vc tb não saberia usar a minha vitrola, e na minha época já existia a coca cola, não é fruto da sua geração. Apenas não perca todas as voltas do seu relógio na frente dessa televisão, pois o seu possante carro chamado tempo, pode evoluir pra um avião.
Não se esqueça que possuo a minha beleza e que passei pra ti por geração, faça tudo o que tiver vontade, não se preocupe com a opinião alheia por demais. Os anos vão passar pra você como passou para o seu avô aqui postado diante de ti meu rapaz.
Minha única pena, é que não vai ter no seu tema, o som do Elvis, a lambreta azul e o Lago da Glória. Curioso eu fico pra saber do que será feita a sua memória. Mas seja do que formar, guarde o espaço que justo for para o seu velho avô.
E se é que cada um tem uma visão do paraíso, eu estarei no meu, nos anos 60 ao som do Beatles.
Tenho mais de cinquenta!
Não me julgues velho não!
No meu cadilac amarelo eu parecia tão belo quanto você.
Ele não era tão veloz, quanto o seu possante carro chamado tempo!
Mas era tão incrivel que não passava invisível.
E os meus trajes eram mais sérios e charmosos.
Minha calça com suspensório, e meu chapéu, minha camisa branca e meu sorriso de mel.
Permitiu que eu levasse essa senhora do seu lado à experimentar um pedaço de céu.
E agora meu neto, você come os sonhos que ela faz.
Já não estão tão recheados de doce de leite e paz.
Mas saiba meu rapaz, que o tempo passa rápido demais.
E os bolinhos de chuva, me lembram aquelas sombrinhas coloridas no preto e branco como nos filmes de Chaplin.
Mas vcs estão com tanta tecnologia que essa magia, não pode se reproduzir numa superprodução. Pois a simplicidade é o segredo, desse senhor que lhes conta um passado sem medo.
No lugar do chicletes tomo meu remédio pra diabetes e não possuo vicios à não ser o de cortar a grama e o deitar na cama, só depois do meu leite quente.
Sem segredo de estado, meu desejo de recordar o passado é simplesmente o de reviver.
Não meu julgues velho por não conhecer o seu viodegame, vc tb não saberia usar a minha vitrola, e na minha época já existia a coca cola, não é fruto da sua geração. Apenas não perca todas as voltas do seu relógio na frente dessa televisão, pois o seu possante carro chamado tempo, pode evoluir pra um avião.
Não se esqueça que possuo a minha beleza e que passei pra ti por geração, faça tudo o que tiver vontade, não se preocupe com a opinião alheia por demais. Os anos vão passar pra você como passou para o seu avô aqui postado diante de ti meu rapaz.
Minha única pena, é que não vai ter no seu tema, o som do Elvis, a lambreta azul e o Lago da Glória. Curioso eu fico pra saber do que será feita a sua memória. Mas seja do que formar, guarde o espaço que justo for para o seu velho avô.
E se é que cada um tem uma visão do paraíso, eu estarei no meu, nos anos 60 ao som do Beatles.
sábado, 9 de abril de 2011
A Promessa!
Quando o Juca nasceu sua mãe o prometeu pra Nossa Senhora!
Por que logo pra ela?
A Santa Mãe de Deus!
Juca era até bom de coração... mas não nasceu pra ser padre não...
Quando criança ele já estava rodeado de mulheres...
Sua brincadeira favorita era uva, perâ, maça e salada mista!
Ele nunca deu muita bola pra essa promessa de sua mãe...
Mas agora a sua santa mãezinha tava é fazendo uma daquelas violentas greves de fome por causa do seu desejo vocacional pelo filho.
Ele Juca, que terminava com a sogra pra ficar com a filha!
Ele Juca, que gostava do perfume, do cheiro, do cabelo do jeito do ar que respira o sexo feminino.
Ele Juca, que admirava todas as mulheres e seus trejeitos.
Todas as mulheres de todas as idades, de 18 à 50 anos.
Todas as mulheres e seus defeitos.
Todas as mulheres e seus preceitos.
Estava prometido à maior mulher que já existiu, à santa mãe de Deus.
Aquela que é pura e sem maldade.
Aquela que perdoa e é consoladora dos angustiado.
Não podia deixar ele Juca assim tão aflito.
Tinha que ter uma solução para livrar sua mãezinha daquela situação.
Daquele Conflito, daquela greve de fome, daquela promessa mais descabida!
E já cansado de ver sua mãe assim tão fraca.
Juca resolveu se render aos pés da Santa Nossa Senhora!
Estava prestes a dedicar sua vida à glória de Deus.
E libertar sua mãe daquela promessa!
Foi quando ali do lado seu um milagre aconteceu!
Aos pés do altar rezava ao lado seu, a Mariazinha sua vizinha.
Ela era meio carola de igreja.
Tinha um jeito bem quieto, e um sorriso lindo que passara até então despercebido por ele Juca!
Ele que vivera sua vida olhando cada traço de uma mulher.
Cada pedaço do rosto, do sorriso do corpo dos traços.
Como será que ele nunca viu o sorriso lindo da Mariazinha!
E foi então que a idéia lhe sucedeu.
A promessa de sua mãe era dar seu filho à Maria.
Mas não havia sido estipulado em contrato, cartório ou registro para qual Maria...
Nem tinha sido informado exatamente que o ofício dele era única e exclusivamente o de ser padre.
E foi então que Juca apresentou a Mariazinha pra sua mãe.
No começo ela não gostou!
E depois ele foi a induzindo com os fatos.
JUCA - Qual foi o ano da promessa minha mãe?
MÃE DO JUCA - 1978 ...
JUCA - Que ano você nasceu Mariazinha?
MARIAZINHA - 1978...
JUCA - Qual foi o sobrenome que você usou ao prometer seu filho pra Maria...
MÃE DO JUCA - Nenhum!!!
JUCA - Isso significa que a Maria ... pode ser a Mariazinha...
MÃE DO JUCA - Mas eu te prometi a Maria postada no altar da Igreja!!!
JUCA - E foi exatamente onde eu me encantei pela Mariazinha....
Gratos pela ajudinha que Nossa Senhora deu... E convencidos de sua vocações...
Juca, Mariazinha e a Mãe do Juca continuaram sua fiel devoção...
Por que logo pra ela?
A Santa Mãe de Deus!
Juca era até bom de coração... mas não nasceu pra ser padre não...
Quando criança ele já estava rodeado de mulheres...
Sua brincadeira favorita era uva, perâ, maça e salada mista!
Ele nunca deu muita bola pra essa promessa de sua mãe...
Mas agora a sua santa mãezinha tava é fazendo uma daquelas violentas greves de fome por causa do seu desejo vocacional pelo filho.
Ele Juca, que terminava com a sogra pra ficar com a filha!
Ele Juca, que gostava do perfume, do cheiro, do cabelo do jeito do ar que respira o sexo feminino.
Ele Juca, que admirava todas as mulheres e seus trejeitos.
Todas as mulheres de todas as idades, de 18 à 50 anos.
Todas as mulheres e seus defeitos.
Todas as mulheres e seus preceitos.
Estava prometido à maior mulher que já existiu, à santa mãe de Deus.
Aquela que é pura e sem maldade.
Aquela que perdoa e é consoladora dos angustiado.
Não podia deixar ele Juca assim tão aflito.
Tinha que ter uma solução para livrar sua mãezinha daquela situação.
Daquele Conflito, daquela greve de fome, daquela promessa mais descabida!
E já cansado de ver sua mãe assim tão fraca.
Juca resolveu se render aos pés da Santa Nossa Senhora!
Estava prestes a dedicar sua vida à glória de Deus.
E libertar sua mãe daquela promessa!
Foi quando ali do lado seu um milagre aconteceu!
Aos pés do altar rezava ao lado seu, a Mariazinha sua vizinha.
Ela era meio carola de igreja.
Tinha um jeito bem quieto, e um sorriso lindo que passara até então despercebido por ele Juca!
Ele que vivera sua vida olhando cada traço de uma mulher.
Cada pedaço do rosto, do sorriso do corpo dos traços.
Como será que ele nunca viu o sorriso lindo da Mariazinha!
E foi então que a idéia lhe sucedeu.
A promessa de sua mãe era dar seu filho à Maria.
Mas não havia sido estipulado em contrato, cartório ou registro para qual Maria...
Nem tinha sido informado exatamente que o ofício dele era única e exclusivamente o de ser padre.
E foi então que Juca apresentou a Mariazinha pra sua mãe.
No começo ela não gostou!
E depois ele foi a induzindo com os fatos.
JUCA - Qual foi o ano da promessa minha mãe?
MÃE DO JUCA - 1978 ...
JUCA - Que ano você nasceu Mariazinha?
MARIAZINHA - 1978...
JUCA - Qual foi o sobrenome que você usou ao prometer seu filho pra Maria...
MÃE DO JUCA - Nenhum!!!
JUCA - Isso significa que a Maria ... pode ser a Mariazinha...
MÃE DO JUCA - Mas eu te prometi a Maria postada no altar da Igreja!!!
JUCA - E foi exatamente onde eu me encantei pela Mariazinha....
Gratos pela ajudinha que Nossa Senhora deu... E convencidos de sua vocações...
Juca, Mariazinha e a Mãe do Juca continuaram sua fiel devoção...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Aos Leitores!
Quem acompanha diariamente o site, percebeu que nos últimos dias o DEZ_NECESSÁRIOS TEXTOS DO COTIDIANO! recebeu uma carga de textos que fogem um pouco do padrão do site.
São textos antigos que fazem parte de um projeto de publicação que há mais de um ano está em processo de construção neste site. A metade dos textos desta nova safra de 2011 passarão por revisões e enquadramento na filosofia do site.
Obrigado a todos que gostam do site. Em breve os textos passaram por um processo de revisão, melhoria e amadurecimento... E quem sabe o sonho de ter um primeiro livro publicado possa se tornar uma realidade dentro de tudo o que se prega por aqui.
O processo de construção desta obra ainda será árduo e trabalhoso. Mas o importante é que será feito com o mesmo prazer que faz com que eu mantenha este hobbie diário.
Fiquem à vontade para opinar e fornecer sugestões...
Um grande abraço, fiquem com Deus.
São textos antigos que fazem parte de um projeto de publicação que há mais de um ano está em processo de construção neste site. A metade dos textos desta nova safra de 2011 passarão por revisões e enquadramento na filosofia do site.
Obrigado a todos que gostam do site. Em breve os textos passaram por um processo de revisão, melhoria e amadurecimento... E quem sabe o sonho de ter um primeiro livro publicado possa se tornar uma realidade dentro de tudo o que se prega por aqui.
O processo de construção desta obra ainda será árduo e trabalhoso. Mas o importante é que será feito com o mesmo prazer que faz com que eu mantenha este hobbie diário.
Fiquem à vontade para opinar e fornecer sugestões...
Um grande abraço, fiquem com Deus.
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