(Esposa) - Amor você não quer assistir ao Concurso de Miss?
(Marido) - Querida, silêncio deixa eu assistir meu futebol!
(Esposa) - Mas querido é só hoje o concurso de Misss!
(Marido) - Olha lá o Ronaldinho, olha lá o Ronaldinho go go golll Foraaaa!!!
(Esposa) - Querido coloca no concurso de Miss!!!
(Marido) - Silencio, silencio, silencioooo!
(Marido) - Puta que pariuuuu.... Chutouuuu Pra foraaaa! Esse Ronaldinho!
(Marido) - Eeeii, Maria Fernanda! Onde vai com esse controle? Devolve isso aqui mulher!
(Esposa) - Vai sai o gol, vai sair o gol, não, não, não muda de canal não muda não...
(Locutor) - Agora é a vez da mis Panamá! Ai ai ai ui ui a Misss Panamáaaa.... (Voz do Silvio Santos)
(Marido) Hum ...
(Esposa) O que vc estava falando querido!?
(Marido) Hum... nada não Maria Fernanda... assisti assisti... hummmmm...
(Locutor) - Agora a vez dela a Miss Venezuelaaaa!
(Marido) Hum hum hum....
(Esposa) O que vc estava dizendo querido!?
(Marida) Nada não assisti, assisti...
(Locutor) - E agora a nossa candidata a Miss Brasil
(Marido) Delícia Delícia ....
(Marido) Maria Fernanda Não muda! Não muda! Não mudaaaa!
(Locutor do Futebol) - Gooolllll dele Ronaldinhooooo Gaúchooo!
(Marido) - Não gostou do gol, querido!?
(Marido) - Normal, futebol tem toda a semana...
(Esposa) - E esta noite você vai poder assistir tranquilamente aos comentários do pós jogo, Porque hoje o seu universo e este sofá e esta sala !!!
(Marido) Quem é que entende essas mulheres!!?
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Impasse
Quando se sabe!
Nem sempre se tem certeza.
Segundos distintos fazem com que dois olhares não se cruzem.
Por um minuto, por causa de um certo discuido se evita um acidente de amor.
Confuso e complexo meio que sem nexo.
Uma serenata acontece na janela dela.
Não foi dele.
Por causa daquele segundo que amarrou o sapato.
Foi gasto o tempo mais importante.
Tão raro quanto a inocência retrô.
Tão caro quanto o tempo que passou.
Sozinho pensando no que fazer.
Tão decidido e seguro.
Puxa com força o futuro.
Sempre sente no ar a mesma história.
De que Um bom arqueiro atira a flecha vendado porque os olhos podem se enganar mas o coração sempre sabe a direção.
Num gesto insensato que aspira o desejo do impulso contido.
Se exagera no tempo perde o time.
Se perde a hora certa.
Já é tarde demais.
Se escuta o seu coração perde a razão.
Se escuta a razão não ouviu o seu coração.
Se perde o equilibrio cai.
Se não mede o tempo perde a guerra.
Se perde o tempo dá timeout.
Se fica pensando demais fica out.
Nem sempre se tem certeza.
Segundos distintos fazem com que dois olhares não se cruzem.
Por um minuto, por causa de um certo discuido se evita um acidente de amor.
Confuso e complexo meio que sem nexo.
Uma serenata acontece na janela dela.
Não foi dele.
Por causa daquele segundo que amarrou o sapato.
Foi gasto o tempo mais importante.
Tão raro quanto a inocência retrô.
Tão caro quanto o tempo que passou.
Sozinho pensando no que fazer.
Tão decidido e seguro.
Puxa com força o futuro.
Sempre sente no ar a mesma história.
De que Um bom arqueiro atira a flecha vendado porque os olhos podem se enganar mas o coração sempre sabe a direção.
Num gesto insensato que aspira o desejo do impulso contido.
Se exagera no tempo perde o time.
Se perde a hora certa.
Já é tarde demais.
Se escuta o seu coração perde a razão.
Se escuta a razão não ouviu o seu coração.
Se perde o equilibrio cai.
Se não mede o tempo perde a guerra.
Se perde o tempo dá timeout.
Se fica pensando demais fica out.
domingo, 11 de setembro de 2011
Linha Retrô - Anos Oitenta.
Pra você que é dos anos oitenta, me empresta o kichut, e sua raquete de ping e pong.
Pode levar meu gibi do thundercats, mas saiba que quero devolução.
No seu bolo de aniversário, o castelo do Greiscow será dividido por igual.
Nossas lutas de espada, as brincadeiras de rua, a amarelinha e o esconde esconde o pega pega, as riscas de giz
que transformavam a rua em uma quadra de futsal.
Na arte, na energia, no sorriso da criança bacana, seus cinco minutos de fama. Eram na sua rua.
Vitrine sem grade! Era sua varanda do lado da quitanda do Juarez.
Sempre diziam que vc era o freguês, que o pastel de feira não tinha aquela goteira de óleo vegetal.
Era tudo na mais perfeita harmonia, do tenis rainha, do futurista m2000.
O melhor jogo era river raid.
O melhor esporte era com bola.
A inspiração eram os filmes do Rock.
E maior talento que o do Zico estava surgindo nas mãos do Senna.
E aquela cena, dos embalos de sábado a noite.
O Cadilac amarelo ainda fazia sucesso.
E o Fred Mercury não era o prateado.
De moderno somente os Jetsons.
De retrô as calças amarelas do estilo Set Satélite.
E de satélite só tinhamos a Lua.
Que iluminava a noite calma.
Nos namoros de sorveteria.
Na ideologia jovem do Aborto Elétrico.
Das brincadeiras de Bets, dos estilingues dos caminhões de madeira.
Da bateção de figurinha.
Do jogo de burquinhas.
O mais próximo de um celular era um Talk toc.
Formado por telefone de copos de plástico interlaçados por um fio.
Frágil tempo dos barcos de papel.
Dos pedidos em fontes de água.
Dos desejos que se realizavam com uma moeda.
Dos pirulitos que viravam helicópteros.
Dos infinitos, albuns de chiclê ping pong.
Dos milhares Flashs de memória.
Que agora ocupam as páginas dos livros de história.
Pode levar meu gibi do thundercats, mas saiba que quero devolução.
No seu bolo de aniversário, o castelo do Greiscow será dividido por igual.
Nossas lutas de espada, as brincadeiras de rua, a amarelinha e o esconde esconde o pega pega, as riscas de giz
que transformavam a rua em uma quadra de futsal.
Na arte, na energia, no sorriso da criança bacana, seus cinco minutos de fama. Eram na sua rua.
Vitrine sem grade! Era sua varanda do lado da quitanda do Juarez.
Sempre diziam que vc era o freguês, que o pastel de feira não tinha aquela goteira de óleo vegetal.
Era tudo na mais perfeita harmonia, do tenis rainha, do futurista m2000.
O melhor jogo era river raid.
O melhor esporte era com bola.
A inspiração eram os filmes do Rock.
E maior talento que o do Zico estava surgindo nas mãos do Senna.
E aquela cena, dos embalos de sábado a noite.
O Cadilac amarelo ainda fazia sucesso.
E o Fred Mercury não era o prateado.
De moderno somente os Jetsons.
De retrô as calças amarelas do estilo Set Satélite.
E de satélite só tinhamos a Lua.
Que iluminava a noite calma.
Nos namoros de sorveteria.
Na ideologia jovem do Aborto Elétrico.
Das brincadeiras de Bets, dos estilingues dos caminhões de madeira.
Da bateção de figurinha.
Do jogo de burquinhas.
O mais próximo de um celular era um Talk toc.
Formado por telefone de copos de plástico interlaçados por um fio.
Frágil tempo dos barcos de papel.
Dos pedidos em fontes de água.
Dos desejos que se realizavam com uma moeda.
Dos pirulitos que viravam helicópteros.
Dos infinitos, albuns de chiclê ping pong.
Dos milhares Flashs de memória.
Que agora ocupam as páginas dos livros de história.
sábado, 3 de setembro de 2011
Se tortura uma menina com novela.
Se passa uma vida na janela.
Se tortura uma menina com novela.
Se bate em alguém com palavras.
Se dá força com um olhar.
Se vive uma vida de cinema.
Se torna mais bonito fora de cena.
Mais não se tira foto do coração.
E quando olhamos para o mundo.
E encontramos o sorriso de uma criança carente.
É que tentamos descobrir em qual esconderijo habita.
O coração dos homens de bem.
Se passa por um mendigo de forma indiferente.
Se nega o futuro a uma criança inocente.
Trata-se um deficiente de forma diferente.
E então, não se tira foto do coração.
Se o sorriso que é preciso.
Morre em vão.
Se a solidariedade não te alcançam as mãos.
Vai e pede perdão.
Se o flash não te ilumina a alma.
Se o futuro é individual.
Pede pra estrela o brilho.
Pede que te guie no caminho.
Até o celeiro.
Até o verdadeiro.
Até a luz que abre os olhos dos cegos.
Não faz da individualidade seu altar.
Nunca deixe de acreditar.
Junte suas mãos para ajudar.
Dobre seus joelhos para rezar.
Use seus pés para caminhar levando sua luz para o mundo.
Se tortura uma menina com novela.
Se bate em alguém com palavras.
Se dá força com um olhar.
Se vive uma vida de cinema.
Se torna mais bonito fora de cena.
Mais não se tira foto do coração.
E quando olhamos para o mundo.
E encontramos o sorriso de uma criança carente.
É que tentamos descobrir em qual esconderijo habita.
O coração dos homens de bem.
Se passa por um mendigo de forma indiferente.
Se nega o futuro a uma criança inocente.
Trata-se um deficiente de forma diferente.
E então, não se tira foto do coração.
Se o sorriso que é preciso.
Morre em vão.
Se a solidariedade não te alcançam as mãos.
Vai e pede perdão.
Se o flash não te ilumina a alma.
Se o futuro é individual.
Pede pra estrela o brilho.
Pede que te guie no caminho.
Até o celeiro.
Até o verdadeiro.
Até a luz que abre os olhos dos cegos.
Não faz da individualidade seu altar.
Nunca deixe de acreditar.
Junte suas mãos para ajudar.
Dobre seus joelhos para rezar.
Use seus pés para caminhar levando sua luz para o mundo.
Cinco minutos a mais.
O que eu quero além deste cinco minutos a mais.
É um pouco mais desta sensação de paz.
E o que eu levo além desse sorrizo sagaz.
É um minuto a mais de vida.
No coração.
Se te perguntar não precisa me responder.
Porque já sei o que vai dizer.
Só de olhar encontro você.
A devagar no tempo.
Sorriso puro que existe no seu coração humano.
Nos seus olhos que brilham a luz de Deus.
E se eu pudesse de dizer algo é vai embora.
Leva pra fora.
Espalha pro mundo o que tem aí dentro.
Leva contigo o que há de bom em mim.
E o melhor de você.
Sinto tão em paz.
Que quero te dar a paz.
E ver nos olhos o sorriso sagaz.
E o que eu levo além desta paz.
São estes cinco minutos a mais.
É um pouco mais desta sensação de paz.
E o que eu levo além desse sorrizo sagaz.
É um minuto a mais de vida.
No coração.
Se te perguntar não precisa me responder.
Porque já sei o que vai dizer.
Só de olhar encontro você.
A devagar no tempo.
Sorriso puro que existe no seu coração humano.
Nos seus olhos que brilham a luz de Deus.
E se eu pudesse de dizer algo é vai embora.
Leva pra fora.
Espalha pro mundo o que tem aí dentro.
Leva contigo o que há de bom em mim.
E o melhor de você.
Sinto tão em paz.
Que quero te dar a paz.
E ver nos olhos o sorriso sagaz.
E o que eu levo além desta paz.
São estes cinco minutos a mais.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
É vinte um ou oitenta.
A Tecnologia mudou em um segundo a vitrola em um Blu-Ray
Crianças em adultos.
Amigos de infância em homens controlados por uma alucinante rotina.
Como um furacão levou embora a inocência dos adultos.
A malandragem doce de uma criança.
E agora quer apertar o retroceder em 3D dos anos oitenta.
Lançar o toca disco retrô.
Te iludir, como algo que saiu de moda e depois voltou.
Só falta querer relançar os POW e BATChhhhh dos seriados do mal vestido Batmam dos anos setenta.
Ou quem que aguenta tanta novidade e individualidade.
Falta de sensualidade nas modelos de passarela despidas de honestidade.
E no planalto quem Poderá nos Ajudar?
Só podia ser ele o Chapolim Colorado o único que resistiu a todas as mudanças.
É o mesmo herói da infância.
Não passou por crise existêncial e nem cedeu a criptonita do novo século.
Aquela que vidra os olhos no momento que liberou o sexo e proibiu o amor.
Que tornou piegas os heróis que não tem defeitos.
Que fez de nós todos suspeitos.
De um crime que não se comete sozinho.
E agora quer voltar atras, devolver os anos oitenta.
Mas só de forma virtual. Porque logo que seus olhos olham um pouco mais no fundo do iphone prevê um futuro tão cheio de novidades que nenhum vidente seria capaz de dizer.
Este é o século vinte um com cara de anos oitenta.
Te assusta mais do que o Munhah... Te chama mais atenção do que o olho de Tandera.
Que está no adesivo gasto dos Thundercats descolando da janela do seu quarto.
Crianças em adultos.
Amigos de infância em homens controlados por uma alucinante rotina.
Como um furacão levou embora a inocência dos adultos.
A malandragem doce de uma criança.
E agora quer apertar o retroceder em 3D dos anos oitenta.
Lançar o toca disco retrô.
Te iludir, como algo que saiu de moda e depois voltou.
Só falta querer relançar os POW e BATChhhhh dos seriados do mal vestido Batmam dos anos setenta.
Ou quem que aguenta tanta novidade e individualidade.
Falta de sensualidade nas modelos de passarela despidas de honestidade.
E no planalto quem Poderá nos Ajudar?
Só podia ser ele o Chapolim Colorado o único que resistiu a todas as mudanças.
É o mesmo herói da infância.
Não passou por crise existêncial e nem cedeu a criptonita do novo século.
Aquela que vidra os olhos no momento que liberou o sexo e proibiu o amor.
Que tornou piegas os heróis que não tem defeitos.
Que fez de nós todos suspeitos.
De um crime que não se comete sozinho.
E agora quer voltar atras, devolver os anos oitenta.
Mas só de forma virtual. Porque logo que seus olhos olham um pouco mais no fundo do iphone prevê um futuro tão cheio de novidades que nenhum vidente seria capaz de dizer.
Este é o século vinte um com cara de anos oitenta.
Te assusta mais do que o Munhah... Te chama mais atenção do que o olho de Tandera.
Que está no adesivo gasto dos Thundercats descolando da janela do seu quarto.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Cristo Redentor
Aquele se contradiz apenas é humano.
Olhos de cigano.
Vilarejos mundanos.
E o que eu pensava já não se diz.
Sem nenhuma cicatriz.
Vem ser feliz.
Paraíso Cristão.
Abraço de Irmão.
Vem tirar o chinelo de praia.
Pisar na areia, sereia.
Pura mistura, falcatrua de menina.
Em nome de uma só verdade.
Vem de encontro a liberdade aos olhos teus.
Azul do Mar.
Azul do Céu sem nuvens.
De braços abertos para o Cristo Redentor.
Do cabelo a flor.
Do céu o paraquedas.
Do mar o barco e as caravelas.
Da mesa o jantar a luz de velas.
Vem para esse Paraíso Cristão.
Abraço de Irmão.
De braços Abertos para o Cristo Redentor.
Olhos de cigano.
Vilarejos mundanos.
E o que eu pensava já não se diz.
Sem nenhuma cicatriz.
Vem ser feliz.
Paraíso Cristão.
Abraço de Irmão.
Vem tirar o chinelo de praia.
Pisar na areia, sereia.
Pura mistura, falcatrua de menina.
Em nome de uma só verdade.
Vem de encontro a liberdade aos olhos teus.
Azul do Mar.
Azul do Céu sem nuvens.
De braços abertos para o Cristo Redentor.
Do cabelo a flor.
Do céu o paraquedas.
Do mar o barco e as caravelas.
Da mesa o jantar a luz de velas.
Vem para esse Paraíso Cristão.
Abraço de Irmão.
De braços Abertos para o Cristo Redentor.
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